MATO GROSSO DO SUL CONCLUI COLHEITA DA SOJA E MONITORA MILHO

Levantamento da Aprosoja/MS aponta recuperação da soja no norte do estado e bom desenvolvimento do milho segunda safra
FAPCEN COMEMORA 33 ANOS

Fundação fomenta a produção sustentável no cerrado.
BRASIL TERÁ 53 MILHÕES DE SUÍNOS E SETOR JÁ VÊ IMPACTO AMBIENTAL

Projeção da FGV indica crescimento puxado pela renda, com avanço regional e pressão por soluções sustentáveis
PREÇO DO MILHO CAI NO BRASIL E RETORNA AOS NÍVEIS DO INÍCIO DE 2026

Desvalorização do dólar e aumento da oferta pressionam valores, enquanto compradores reduzem ritmo de negociações no mercado interno
COMO EVITAR DESPERDÍCIO DE FERTILIZANTES NA PRÁTICA: DO ARMAZENAMENTO À APLICAÇÃO

Aplicar na hora certa garante maior absorção e evita que os nutrientes se percam no ar ou sejam levados pela água
BIOMAPHOS AUMENTA PRODUTIVIDADE DO FEIJÃO NO CERRADO EM 17%

A utilização do inoculante solubilizador de fosfato melhorou o desempenho do feijoeiro: houve aumento da massa seca da raiz, da parte aérea e do número de vagens entre outros resultados
CHINA FLEXIBILIZA EXIGÊNCIAS NA INSPEÇÃO DA SOJA BRASILEIRA

A China decidiu recuar na política de tolerância zero aplicada à inspeção da soja importada do Brasil.
AGRICULTORES E TRANSPORTADORAS DO SUL DO ESTADO RECLAMAM DOS REAJUSTES NO PREÇO DO DIESEL.

Combustível chegou a R$ 7,44, aumento acumulado de 22% em apenas um mês.
AGRICULTORES E TRANSPORTADORAS DO SUL DO ESTADO RECLAMAM DOS REAJUSTES NO PREÇO DO DIESEL

Combustível chegou a R$ 7,44, aumento acumulado de 22% em apenas um mês.
SOJA PERDE ATÉ R$ 6 POR SACA NO BRASIL COM CHICAGO FECHANDO NO LIMITE DE BAIXA E DÓLAR EM QUEDA FORTE

Além dos futuros do grão, caíram também as cotações do óleo e do farelo de soja na CBOT, com o óleo liderando as perdas. Os preços da soja fecharam o dia com limite de baixa na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (16). Os dois primeiros vencimentos entre os mais negociados fecharam o pregão despencando 70 pontos, com o maio valendo US$ 11,55 e o julho, US$ 11,67 por bushel. Como já adiantado pelo analista de mercado da Agrinvest Commodities e da Marex, Eduardo Vanin, em entrevista ao Bom Dia Agronegócio, na TV Notícias Agrícolas, atenção ainda aos spreads e ao contrato setembro – mais longo – ficando mais barato do que o spot. Este último encerrando a sessão com US$ 11,22 por bushel. “O mercado acompanha de perto o encontro de Bessent e He Lifeng, assim como declarações de Trump que podem afastar sua visita à uma rodada de realizações, após ter voltado a patamares acima de US$ 12,00 por bushel e acumulado um volume recorde de posições compradas”, informou a equipe da Agrinvest Commodities. Nesta semana, as delegações de China e EUA que estão reunidas em Paris buscam concluir essa fase das negociações, com um foco expressivo em acordos agrícolas, antes da cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping que acontece em abril, na nação asiática. Todavia, a Casa Branca informou na tarde desta segunda-feira que, apesar da reunião não estar em risco, pode ser adiada. Além dos futuros do grão, caíram também as cotações do óleo e do farelo de soja na CBOT, com o óleo liderando as perdas. Ainda olhando para as bolsas internacionais, os futuros do petróleo também operam do lado negativo da tabela, mas com baixas tímidas frente aos ganhos das últimas sessões. O mercado passa por um momento forte de ajustes, mesmo diante da continuidade dos conflitos no Oriente Médio. “O fechamento do Estreito de Ormuz está provocando a maior interrupção já registrada no mercado global de energia. Com ataques a navios, drones e minas marítimas, levando a cortes massivos de produção no Oriente Médio e alta de até 60% nos preços de energia. Mesmo que EUA e Israel declarem o fim do conflito, analistas avaliam que o Irã terá influência decisiva sobre a retomada da navegação e da produção, já que a segurança das rotas marítimas continua incerta”, informa o Grupo Labhoro. MERCADO BRASILEIRO COM BAIXAS FORTES TAMBÉM No interior do Brasil, os preços também caíram forte, bem como nos portos, já que além do limite de baixa em Chicago e dos prêmios pressionados, as referências sentiram também a queda do dólar frente ao real. A moeda americana perde quase 2% frente a brasileira, que volta a operar mais próxima dos R$ 5,20 e pesa sobre os preços. Segundo relata o head de commodities da Granel Corretora, Gilberto Leal, os preços na região da BR-163 perderam de R$ 3,00 a R$ 4,00 por saca. Alguns produtores relataram ao Notícias Agrícolas um recuo de até R$ 5,00 no ambiente desta segunda-feira, de pressão vinda de todas as frentes do mercado. Na região de Sinop/MT, os preços tinham indicadores na casa dos R$ 106,50 na última sexta-feira, e hoje a referência já voltava aos R$ 102,00. E como explicou o analista de mercado e diretor da Royal Rural, Ronaldo Fernandes, esta queda tão intensa registrada na Bolsa de Chicago chega a tirar até R$ 6,00 por saca nos preços no mercado brasileiro. Fonte: Notícias Agrícolas