VIRADA NO CLIMA NO SUL DO ESTADO

Início do período de chuvas beneficia agricultores. Na maioria das cidades do sul do estado a segunda quinzena de outubro começou com pancadas de chuvas isoladas, que interromperam um período de cinco meses de estiagem. A chuva trouxe alívio para o calor e baixa umidade relativa do ar que predominavam na região, mas o benefício é maior para os agricultores que podem iniciar o plantio da próxima safra de soja. Com a melhora nos índices de umidade do solo, fazendas localizadas na Serra do Penitente e nos Gerais de Balsas iniciaram a semeadura ainda de forma lenta, mas a expectativa é que o trabalho entre num ritmo mais acelerado. Segundo o agricultor Dário Bolzan daqui pra frente o planejamento de safra sai do papel e vai para o campo. “Precisamos antecipar ao máximo o plantio da soja, pra fazer a colheita entre janeiro e fevereiro do ano que vem e aproveitar o restante do período chuvoso para semear a safrinha de milho” Afirmou o agricultor. Segundo o primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento a área destinada a produção de soja e milho no Maranhão na safra 2025/2026 vai passar de dois milhões e trezentos mil hectares com uma estimativa de colheita superior a 8 milhões e 800 mil toneladas. O uso de técnicas sustentáveis como o plantio direto na palhada e a adoção de tecnologia com adubação, controle de pragas e precisão do maquinário ajudam a a aumentar a produtividade por hectare, mas o fator clima é o mais importante. O agrônomo Guilherme Grüger é responsável pela área de plantio da Fazenda Cajueiro em Balsas e ressalta a importância do planejamento e do equilíbrio entre receita e despesa, mas assegura que as condições climáticas são fundamentais. “A tecnologia e as técnicas adequadas são muito importantes para um bom resultado no agronegócio, mas a variável clima é um fator decisivo. Quem aproveita melhor as janelas de plantio tem mais chances de sucesso” Disse o agrônomo.
SEGUNDA-FEIRA COMEÇA COM FUTUROS DA SOJA SE VALORIZANDO EM CHICAGO

A segunda-feira (20) começa com os preços internacionais da soja futura operando no campo positivo da Bolsa de Chicago (CBOT), estendendo ganhos por volta das 08h17 (horário de Brasília). O vencimento janeiro/25 era cotado a US$ 10,45 com valorização de 9 pontos, o março/26 valia US$ 10,59 com alta de 8,50 pontos, o maio/26 era negociado por US$ 10,73 com ganho de 7,75 pontos e o julho/26 tinha valor de US$ 10,84 com elevação de 7,75 pontos. A análise do site internacional AgMarket.Net destaca que a soja opera em alta após o presidente Donald Trump dizer no final de semana que está confiante em fechar um acordo comercial com a China. “Trump mencionou que gostaria que a China voltasse a comprar tanta soja dos EUA quanto antes e que os EUA poderiam reduzir algumas das tarifas sobre produtos chineses”, destaca a publicação.
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